Encontre Profissionais e Serviços
Suplemento Estúdio
Geracao Tatoo Ink – Campinas – SP
Vicios E Virtudes Tattoo E Piercing – Rio de Janeiro – RJ
Conexao Tattoo – Recife – PE
Lu.Na Tatuador – São Paulo – SP
Artghetto Tattoo Studio – São Paulo – SP
Estudio Branquinho Tattoo – São Paulo – SP
Black Skull Tattoo – São Paulo – SP
Kyn Tatoo – Fortaleza – CE
Studio Allanduart – Campinas – SP
Fique Sabendo?
O que pode acontecer caso o profissional não utilize EPI’s?
O objetivo da utilização de EPI durante os procedimentos de tatuagem e colocação de piercing envolve a proteção do profissional contra a exposição de sangue e secreções do cliente.
Estas práticas são denominadas “precauções padrão” e tem por objetivo proteger o profissional dos riscos de infecção por microrganismos veiculados pela exposição ao sangue e secreções em situação de acidentes durante os procedimentos de tatuagem e piercing.
Como exemplo de microrganismos veiculados pelo sangue podemos citar: Vírus da Hepatite B (VHB), Vírus da Hepatite C (VHC), HIV.
A utilização de EPI pelo profissional é um procedimento de segurança e a sua utilização está presente nos roteiros de inspeção da vigilância sanitária.
O que evitar no dia de fazer a Tatuagem
No dia em que fizer a tatuagem, deve evitar tomar banho ou então não molhar a tatuagem se for possível. Nos dias seguintes, evite utilizar sabonete nessa área ou então opte por um sabonete neutro. Depois de molhada, deixe a tatuagem secar ao ar livre e não a esfregue com a toalha. Evite banhos de imersão nos dias pós-tatuagem.
Em caso de acidente com agulhas no procedimento o que o profissional deve fazer?
Como o acidente ocorreu fora de uma Unidade de Saúde, o profissional acidentado e o paciente fonte devem ir até o SAE/DST AIDS mais próximo do local de ocorrência para realização de teste rápido para HIV, Hepatite B e Hepatite C.
Os 16 Serviços de Assistência Especializada (SAEs) também oferecem Profilaxia Pós-Exposição, exames, consultas e tratamento para HIV e Aids e infecções, inclusive hepatites virais. Os Centros de Referência (CRs) em ISTs/ Aids oferecem tratamento para as DST como, por exemplo, sífilis e gonorreia, nos casos que não respondem à abordagem sincrônica.