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Suplemento Estúdio
Lucas Markezzine Tatoo – São Paulo – SP
Chagal Design – Belém – PA
Thiago Correia – Natal – RN
Rennyart Tattoo – São Paulo – SP
Hellder Pina De Oliveira – São Paulo – SP
Premium Tattoo Studio – Brasília – DF
William Alves Cavalcante – São Paulo – SP
Esquerda Tattoo – Salvador – BA
Vaso Ruim Tattoo – São Paulo – SP
Fique Sabendo?
Tatuagem inflamada: porque acontece e o que fazer
A tatuagem inflamada geralmente leva ao surgimento de sinais como vermelhidão, inchaço e dor no local da pele onde foi feita, gerando desconforto e preocupação de que possa ser sinal de algo grave.
No entanto, é normal que a tatuagem fique inflamada nos primeiros 3 a 4 dias, já que é uma reação natural da pele ao tipo de lesão que foi causada pela agulha, sem ser indicação de algo mais grave como alergia ou infecção.
Assim, é muito importante começar com os cuidados adequados logo depois que se termina de fazer a tatuagem, para diminuir a irritação da pele e garantir que não surgem outras complicações.
Como é feita a Micropigmentação
Esta técnica é realizada usando um aparelho chamado demógrafo, que consiste numa espécie de canetas com agulhas, semelhante a uma caneta de tatuagem, que perfuram a primeira camada da pele inserindo pigmentos.
Após decidido o desenho da sobrancelha e a cor que vai ser utilizada, é aplicada uma anestesia local para que o procedimento não cause dor, e só depois de anestesiado o local é que a técnica é iniciada. No final do procedimento, é usado um laser de baixa potência sobre a região, que vai ajudar na cicatrização e a fixar melhor os pigmentos inseridos.
Dependendo do tipo de pele e dar cor utilizada, é necessário fazer a manutenção da micropigmentação a cada 2 ou 5 anos, pois a tinta começa a desvanecer.
Em caso de acidente com agulhas no procedimento o que o profissional deve fazer?
Como o acidente ocorreu fora de uma Unidade de Saúde, o profissional acidentado e o paciente fonte devem ir até o SAE/DST AIDS mais próximo do local de ocorrência para realização de teste rápido para HIV, Hepatite B e Hepatite C.
Os 16 Serviços de Assistência Especializada (SAEs) também oferecem Profilaxia Pós-Exposição, exames, consultas e tratamento para HIV e Aids e infecções, inclusive hepatites virais. Os Centros de Referência (CRs) em ISTs/ Aids oferecem tratamento para as DST como, por exemplo, sífilis e gonorreia, nos casos que não respondem à abordagem sincrônica.