Encontre Profissionais e Serviços
Tatuagens
Roberto Fernando Gros Dias – São Paulo – SP
Lennon Tattoo – Campo Grande – MS
Crow&Wolf Tatuador E Ilustrador – Brasília – DF
Dbico Artes Em Biscuit – Natal – RN
Depth South Ink – Curitiba – PR
Rafael Pimentel Dos Santos – São Paulo – SP
Lucas Tattoo – Belo Horizonte – MG
Antonio Marcos Goncalves Dos Santos – Campinas – SP
Sharon Lis Centa – Porto Alegre – RS
Fique Sabendo?
O que fazer depois que finalizar a tatuagem
O mais certo é sair do estúdio com a tatuagem coberta por película aderente e/ou gaze estéril. Embora a gaze possa ser retirada poucas horas depois – aplique um pouco de água morna à gaze se ela estiver colada à tatuagem – alguns tatuadores recomendam o uso de película aderente sobre a tatuagem durante mais alguns dias.
O que pode acontecer caso o profissional não utilize EPI’s?
O objetivo da utilização de EPI durante os procedimentos de tatuagem e colocação de piercing envolve a proteção do profissional contra a exposição de sangue e secreções do cliente.
Estas práticas são denominadas “precauções padrão” e tem por objetivo proteger o profissional dos riscos de infecção por microrganismos veiculados pela exposição ao sangue e secreções em situação de acidentes durante os procedimentos de tatuagem e piercing.
Como exemplo de microrganismos veiculados pelo sangue podemos citar: Vírus da Hepatite B (VHB), Vírus da Hepatite C (VHC), HIV.
A utilização de EPI pelo profissional é um procedimento de segurança e a sua utilização está presente nos roteiros de inspeção da vigilância sanitária.
Em caso de acidente com agulhas no procedimento o que o profissional deve fazer?
Como o acidente ocorreu fora de uma Unidade de Saúde, o profissional acidentado e o paciente fonte devem ir até o SAE/DST AIDS mais próximo do local de ocorrência para realização de teste rápido para HIV, Hepatite B e Hepatite C.
Os 16 Serviços de Assistência Especializada (SAEs) também oferecem Profilaxia Pós-Exposição, exames, consultas e tratamento para HIV e Aids e infecções, inclusive hepatites virais. Os Centros de Referência (CRs) em ISTs/ Aids oferecem tratamento para as DST como, por exemplo, sífilis e gonorreia, nos casos que não respondem à abordagem sincrônica.