Disco voador
A expressão “disco voador” surgiu em 1947 com o piloto norte-americano Kenneth Arnold, que afirmou ter sido perseguido por naves que tinham o formato de pires, o mesmo que saurcers, em inglês.
De acordo com o psicanalista Carl Jung (1875-1961) o disco voador é fruto da alucinação das pessoas e surgem em períodos críticos ou tensos a nível coletivo, não individual. Seria uma forma de conforto pessoal, visto que no seu inconsciente as pessoas acreditariam que seriam salvas por seres desconhecidos, os extra-terrestres.
Por esse motivo, no que respeita à simbologia, depreende-se que o disco voador é uma referência ao inconsciente, um desejo involuntário de salvação ou resgate.
O disco voador, segundo muitas pessoas acreditam, é uma nave espacial originárias de outros planetas onde é possível que exista presença de vida inteligente.
A existência dos discos voadores não é cientificamente comprovada, acreditando-se que os casos de aparições de óvnis (objetos voadores não identificados) sejam, na verdade, resultado de fenômenos meteorológicos.
Tatuagens Significados Disco voador
Disco voador
Fique Sabendo?
Qual a importância do CMVS para os tatuadores e como conseguir o cadastramento?
Os serviços de aplicação de tatuagem e piercing são de interesse da saúde. Portanto, é importante que as Vigilâncias Sanitárias de estados e municípios conheçam esses estabelecimentos para que possam realizar ações de fiscalização e de orientação de práticas seguras para que as medidas de biossegurança necessárias, na realização dos procedimentos, sejam adotadas e os procedimentos em questão sejam realizados com baixo risco à população usuária e aos profissionais atuantes no segmento.
O cadastramento é simples e não possui qualquer taxa. Todas as informações necessárias estão disponíveis no site da COVISA – Coordenadoria de Vigilância em Saúde.
Terminada a sua tatuagem e agora?
O que pode acontecer caso o profissional não utilize EPI’s?
Estas práticas são denominadas “precauções padrão” e tem por objetivo proteger o profissional dos riscos de infecção por microrganismos veiculados pela exposição ao sangue e secreções em situação de acidentes durante os procedimentos de tatuagem e piercing.
Como exemplo de microrganismos veiculados pelo sangue podemos citar: Vírus da Hepatite B (VHB), Vírus da Hepatite C (VHC), HIV.
A utilização de EPI pelo profissional é um procedimento de segurança e a sua utilização está presente nos roteiros de inspeção da vigilância sanitária.